7 Situações em que Whey Protein faz mal

Há diversas pesquisas realizadas indicando que o consumo do Whey Protein faz mal para o organismo em algumas situações. Os malefícios causados podem surgir ou se intensificar com a ingestão excessiva desse suplemento. Neste artigo, apresentamos os sintomas mais comuns e como evitá-los ou amenizá-los.

Consumir Whey Protein faz mal à saúde?

No momento da fabricação do queijo, é extraído do soro do leite uma proteína, que ficou comercialmente conhecida como Whey Protein. Consiste em um composto de alta eficiência nutricional, que contém um baixo teor de gorduras e carboidratos. Apesar disso, é capaz de aumentar significativamente a massa muscular. Existem vários tipos de Whey Protein disponíveis no mercado, que variam conforme a demanda corporal de cada pessoa.

Após uma onda de propagandas e divulgações positivas dos produtos, levanta-se a questão sobre a análise dos efeitos maléficos dessa proteína. Apesar de ser extremamente rico em aminoácidos, o produto possui algumas desvantagens. Confira a seguir os principais motivos evidenciando que o Whey Protein faz mal.

1) Presença da intolerância à lactose

Por ser um suplemento fabricado a partir do leite, é rico em açúcar e lactose.

Por isso, o Whey Protein faz mal para pessoas que já sofrem de alguma intolerância, ou consomem o produto em excesso. Elas podem desenvolver alguns problemas gastrintestinais, como diarreia, cólicas e flatulência.

Há versões do Whey Protein que não contém lactose, podendo ser consimido por quem possui intolerência.

2) Aumento do ácido úrico

O Whey Ptotein faz mal também porque aumenta a quantidade de proteína do corpo. O metabolismo excessivo de proteínas aumenta a disponibilidade de ácido úrico no organismo. Esse metabólito pode causar algumas patologias, como artrite, gota, e cálculos renais.

Se existir alguma predisposição genética para alguma dessas doenças, é recomendável evitar o consumo diário e/ou excessivo do suplemento.

Para evitar o excesso de ácido úrico no organismo, o recomendado é realizar uma dieta rica em frutas e alimentos integrais, evitando o consumo de alimentos processados.

3) Inchaço corporal excessivo

Trata-se de um mito acreditar que o inchaço excessivo causado pelo consumo do Whey Protein é uma consequência positiva que aumentará a massa muscular!

O edema corporal ocorre devido à maior retenção de água, causada pela sobrecarga da excreção renal. É uma consequência fisiológica do consumo exacerbado de aminoácidos (subunidades das proteínas).

Incorporar à alimentação diuréticos naturais, como chás, ajudam a eliminar o inchaço do corpo.

4) Aumento de peso

O Whey Protein, como o próprio nome sugere, é uma proteína. Por isso, assim como todas as demais proteínas consumidas pelo ser humano, ela precisa ser metabolizada para gerar energia corporal. Isso significa que o Whey Protein faz mal se consumido em excesso, pois provocará um aumento da disponibilidade energética, que será armazenada pelo corpo.

Assim, se  for consumido em altas quantidades diárias, com certeza o Whey Protein engorda, ocasionando um aumento de peso no futuro.

Por esse motivo, o indicado é não consumir esse suplemento em excesso, apenas a quantidade recomendada.

5) Envelhecimento precoce

Você com certeza já ouviu falar dos famosos radicais livres, que promovem o envelhecimento precoce, não é mesmo?

Quando há um consumo excessivo de proteínas e aminoácidos, a flora intestinal,  rica em bactérias, terá profundas modificações em seu funcionamento. Dessa forma, como mecanismo de defesa, elas produzirão vários radicais livres, que influenciarão no envelhecimento celular, resultando também em modificações estéticas.

Para evitar o envelheciemento precoce, mantenha a pele sempre hidratada com o uso de produtos com vitamina C, além de evitar banhos muito quentes.

6) Aumento da incidência de acne

Diversos pessoas que utilizam o suplemento relataram que o Whey Protein faz mal em relação ao surgimento de espinhas. Isso se deve à presença de vários compostos no leite que provocam o surgimento e/ou aumento da acne.

Essas substâncias vilãs seriam hormônios produzidos pela vaca, como a progesterona e outros, que são produzidos nas glândulas mamárias da vaca (a mesma estrutura que produz o leite, matéria prima da Whey Protein).

Alimentos ricos em vitamina A e B3 ajudam a minimizar o surgimento de acnes. Porém, se a aparência da pele não melhorar, procure um tratamento especializado.

7) Problemas renais

O consumo excessivo de Whey Protein faz mal, assim como qualquer excesso de ingestão proteica (muito comum em dietas que visam o aumento da massa muscular), causando uma sobrecarga da função renal. A sobrecarga poderá acarretar em problemas mais sérios.

Vale lembrar que os efeitos colaterais do Whey Protein ocorrem, geralmente, quando há a ingestão de altas quantidades diárias e a longo prazo de proteínas.

Os problemas renais mais simples poderão ser resolvidos com o consumo de bastante líquido. Caso contrário, é indicado consultar um médico.

Se você gostou desse artigo e deseja saber outros motivos indicando que o Whey Protein faz mal à saúde, assine nossa Newsletter para receber mais informações. É de graça!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DE OLIVEIRA, Débora F.; BRAVO, Claudia EC; TONIAL, Ivane B. Soro de leite: um subproduto valioso. Revista do Instituto de Laticínios Cândido Tostes, v. 67, n. 385, p. 64-71, 2012. (Artigo)

TANG, Jason E. et al. Ingestion of whey hydrolysate, casein, or soy protein isolate: effects on mixed muscle protein synthesis at rest and following resistance exercise in young men. Journal of applied physiology, v. 107, n. 3, p. 987-992, 2009. (Artigo)

RITTIG, Nikolaj et al. Anabolic effects of leucine-rich whey protein, carbohydrate, and soy protein with and without β-hydroxy-β-methylbutyrate (HMB) during fasting-induced catabolism: A human randomized crossover trial. Clinical Nutrition, 2016. (Artigo)

DA COSTA MACHADO, Júlio César; SILVA, Alanna Joselle Santiago. Utilização de proteina do soro de leite (Whey Protein) e o impacto sobre a função renal. RBNE-Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, v. 10, n. 60, p. 594-596, 2016. (Artigo)

Time formado por redatores com pós graduação e/ou doutorado nas áreas de saúde, dieta, suplementação e/ou treino, além de convidados especialistas em suas áreas.

7 Situações em que Whey Protein faz mal

Há diversas pesquisas realizadas indicando que o consumo do Whey Protein faz mal para o organismo em algumas situações. Os malefícios causados podem surgir ou se intensificar com a ingestão excessiva desse suplemento. Neste artigo, apresentamos os sintomas mais comuns e como evitá-los ou amenizá-los.

Consumir Whey Protein faz mal à saúde?

No momento da fabricação do queijo, é extraído do soro do leite uma proteína, que ficou comercialmente conhecida como Whey Protein. Consiste em um composto de alta eficiência nutricional, que contém um baixo teor de gorduras e carboidratos. Apesar disso, é capaz de aumentar significativamente a massa muscular. Existem vários tipos de Whey Protein disponíveis no mercado, que variam conforme a demanda corporal de cada pessoa.

Após uma onda de propagandas e divulgações positivas dos produtos, levanta-se a questão sobre a análise dos efeitos maléficos dessa proteína. Apesar de ser extremamente rico em aminoácidos, o produto possui algumas desvantagens. Confira a seguir os principais motivos evidenciando que o Whey Protein faz mal.

1) Presença da intolerância à lactose

Por ser um suplemento fabricado a partir do leite, é rico em açúcar e lactose.

Por isso, o Whey Protein faz mal para pessoas que já sofrem de alguma intolerância, ou consomem o produto em excesso. Elas podem desenvolver alguns problemas gastrintestinais, como diarreia, cólicas e flatulência.

Há versões do Whey Protein que não contém lactose, podendo ser consimido por quem possui intolerência.

2) Aumento do ácido úrico

O Whey Ptotein faz mal também porque aumenta a quantidade de proteína do corpo. O metabolismo excessivo de proteínas aumenta a disponibilidade de ácido úrico no organismo. Esse metabólito pode causar algumas patologias, como artrite, gota, e cálculos renais.

Se existir alguma predisposição genética para alguma dessas doenças, é recomendável evitar o consumo diário e/ou excessivo do suplemento.

Para evitar o excesso de ácido úrico no organismo, o recomendado é realizar uma dieta rica em frutas e alimentos integrais, evitando o consumo de alimentos processados.

3) Inchaço corporal excessivo

Trata-se de um mito acreditar que o inchaço excessivo causado pelo consumo do Whey Protein é uma consequência positiva que aumentará a massa muscular!

O edema corporal ocorre devido à maior retenção de água, causada pela sobrecarga da excreção renal. É uma consequência fisiológica do consumo exacerbado de aminoácidos (subunidades das proteínas).

Incorporar à alimentação diuréticos naturais, como chás, ajudam a eliminar o inchaço do corpo.

4) Aumento de peso

O Whey Protein, como o próprio nome sugere, é uma proteína. Por isso, assim como todas as demais proteínas consumidas pelo ser humano, ela precisa ser metabolizada para gerar energia corporal. Isso significa que o Whey Protein faz mal se consumido em excesso, pois provocará um aumento da disponibilidade energética, que será armazenada pelo corpo.

Assim, se  for consumido em altas quantidades diárias, com certeza o Whey Protein engorda, ocasionando um aumento de peso no futuro.

Por esse motivo, o indicado é não consumir esse suplemento em excesso, apenas a quantidade recomendada.

5) Envelhecimento precoce

Você com certeza já ouviu falar dos famosos radicais livres, que promovem o envelhecimento precoce, não é mesmo?

Quando há um consumo excessivo de proteínas e aminoácidos, a flora intestinal,  rica em bactérias, terá profundas modificações em seu funcionamento. Dessa forma, como mecanismo de defesa, elas produzirão vários radicais livres, que influenciarão no envelhecimento celular, resultando também em modificações estéticas.

Para evitar o envelheciemento precoce, mantenha a pele sempre hidratada com o uso de produtos com vitamina C, além de evitar banhos muito quentes.

6) Aumento da incidência de acne

Diversos pessoas que utilizam o suplemento relataram que o Whey Protein faz mal em relação ao surgimento de espinhas. Isso se deve à presença de vários compostos no leite que provocam o surgimento e/ou aumento da acne.

Essas substâncias vilãs seriam hormônios produzidos pela vaca, como a progesterona e outros, que são produzidos nas glândulas mamárias da vaca (a mesma estrutura que produz o leite, matéria prima da Whey Protein).

Alimentos ricos em vitamina A e B3 ajudam a minimizar o surgimento de acnes. Porém, se a aparência da pele não melhorar, procure um tratamento especializado.

7) Problemas renais

O consumo excessivo de Whey Protein faz mal, assim como qualquer excesso de ingestão proteica (muito comum em dietas que visam o aumento da massa muscular), causando uma sobrecarga da função renal. A sobrecarga poderá acarretar em problemas mais sérios.

Vale lembrar que os efeitos colaterais do Whey Protein ocorrem, geralmente, quando há a ingestão de altas quantidades diárias e a longo prazo de proteínas.

Os problemas renais mais simples poderão ser resolvidos com o consumo de bastante líquido. Caso contrário, é indicado consultar um médico.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DE OLIVEIRA, Débora F.; BRAVO, Claudia EC; TONIAL, Ivane B. Soro de leite: um subproduto valioso. Revista do Instituto de Laticínios Cândido Tostes, v. 67, n. 385, p. 64-71, 2012. (Artigo)

TANG, Jason E. et al. Ingestion of whey hydrolysate, casein, or soy protein isolate: effects on mixed muscle protein synthesis at rest and following resistance exercise in young men. Journal of applied physiology, v. 107, n. 3, p. 987-992, 2009. (Artigo)

RITTIG, Nikolaj et al. Anabolic effects of leucine-rich whey protein, carbohydrate, and soy protein with and without β-hydroxy-β-methylbutyrate (HMB) during fasting-induced catabolism: A human randomized crossover trial. Clinical Nutrition, 2016. (Artigo)

DA COSTA MACHADO, Júlio César; SILVA, Alanna Joselle Santiago. Utilização de proteina do soro de leite (Whey Protein) e o impacto sobre a função renal. RBNE-Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, v. 10, n. 60, p. 594-596, 2016. (Artigo)

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